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tempo sequer de maturar o que viu e explicar a si mesmo a emoção passada pelo diretor, cenógrafo e atores. “A crítica jornalística é a mais sacrificada porque em geral recebe dos jornais diários espaço extremamente limitado, que se torna um desafio assustador para a capacidade do crítico, cuja obrigação é ir mais longe do que o simples “gosto” ou “não gosto”, queixou-se. Mas advertiu: nem todos podem ser críticos teatrais. “Eles precisam ser bem informados”, atacou. E sentenciou aos mais afoitos: “Não vejo condições de ninguém dizer que em um rápido curso de dois ou três meses tudo esteja resolvido”. |