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A Barbara faz crítica com a mesma paixão com que nós fazemos teatro. Ninguém pode acusá-la de frieza ou indiferença. Por isso é que, gostando ou não, é muito difícil ficar indiferente às críticas dela. Quando falo à ela sobre uma nova peça, seus olhos brilham com interesse e fulgor juvenis: "É mesmo? E quando estréia? Aonde? Qual o elenco?" E não se trata de mera curiosidade jornalística. Vai além disso. É uma vibração autêntica de um projeto que se anuncia e, pelo qual, ela, genuinamente, torce. Afinal, ninguém vai ao teatro para se aborrecer.
Flavio Marinho
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