Como eu a vejo? Ah, como eu a vejo! Em primeiro lugar, embora ela se esconda ela é absolutamente lasciva (palavra escolhida com o devido carinho). Não chega a ser uma lasciva lula nem uma lula lasciva. Mas, por favor, a observem detrás do colar dourado do aniversário. Depois vem essa ingrata história de observar os atores(??), as peças(??) e, com o perdão da má palavra, os eventos. Ela tem que falar sobre isso. Choro e ranger de dentes. A parte do meu latifúndio envolve seus pulmões (a sua pessoa, só como second intention) e luto para vê-los desimpedidos. Minha história com a família começa no tempo em que eu, pequenininho, ia, com papai, à casa de Ana Amélia e Marcos, ver a beleza dela e o charme dêle, ver a declamação própria da época e me apaixonar para sempre for that kind of people. Eu a amo. Em pensamentos, palavras, obras e omissões. William, êle perdeu o pé de apoio sem conhecê-la, engano esse que a máquina do tempo acabará por desfazer. Mas, caso fosse, cairia irremediavelmente enamorado, "do que a mim pertence eu sou senhor". Siempre, a sus pies, Pedro Henrique. |